i am António and this is my story…

EN

“I was lucky, I retired when I was 42 years old, since them I am living life as it should be lived, freely. I was given the opportunity to live a life free from schedules, rules, stress at a very young age. I was living in S.Miguel but I had to come back to Pico to help my mother when she got deeply sick. Because Pico doesn´t have a hospital I had to live in Faial for 3 years in order for my mother to have the best treatment. I would do it all over again, but those 3 years were 3 years of complete imprisonment, I had no life other than looking after my mother. I did it on my own, my siblings didn´t agree with keeping the treatments going, they didn´t believe it would help anymore, I alone kept on believing and taking her every day for hemodialysis. I knew she was still fighting for her life because even though she couldn’t speak, every time I would make a joke she reacted with a small smile. I was determined to take care of her until God decided it was time to let her go, and that was exactly what happened. I didn´t want for her to die alone, and she didn´t I was there the morning she left me.
From that day I have been living life fully, taking the most out of every day. I love living in Pico, it´s a beautiful and peaceful place to live.”

What about LOVE…

“I don´t believe in forever love, I believe every relationship leaves its marks and allow us to grow in better human beings. But most of the times it’s a problem of letting go…people romanticize the forever love, in order to be real love it has to be forever. That´s a misconception of love. We all are individual human beings, we all grow in different ways and to think that in other to for love to be real you must change the course of your own life is wrong. Each person thus each love has their own and particular part in one´s life. Love is about conquering but also about letting go.”

Antonio – Pico, Portugal – August 2018

PT

“Tive sorte, reformei-me aos 42 anos e desde então vivo a vida como deve ser vivida. Sou livre. Foi-me dada a oportunidade muito jovem de viver uma vida sem horários, sem regras e sem stress. Estava a viver em S. Miguel mas tive que voltar para o Pico para dar apoio à minha mãe quando ficou doente. Como o Pico não tem hospital tivemos que nos mudar para o Faial por 3 anos para que a minha mãe tivesse o melhor tratamento possível. Faria tudo novamente, mas admito que foram 3 de prisão, 3 anos onde vivi apenas para a minha mãe. Fiz tudo isto sozinho, os meus irmãos não concordavam em continuar os tratamentos, eles não acreditavam que fossem ajudar a minha mãe a melhorar. Mas eu sozinho continuei a acreditar e a leva-la a fazer hemodiálise. Eu sabia que ela estava a lutar pela vida porque mesmo não podendo falar, sempre que eu fazia uma piada ela reagia com um pequeno sorriso. Eu estava determinado a tomar conta dela até Deus decidir que era altura de ela me deixar. E foi isso que aconteceu. Não queria que ela morresse sozinha e não morreu. Eu estava lá com ela, na manhã que ela me deixou. A partir desse dia vivo a minha vida a todos gás, retiro o melhor de todos os dias. Adoro viver no Pico, é um sitio lindo e pacifico.”

E o AMOR…

“Não acredito no amor eterno. Acredito todas as relações deixam as suas marcas e permitem-nos crescer em sermos melhores seres humanos. Mas a maior parte das vezes é um problema em deixar a relação terminar…as pessoas romantizam o amor eterno. Para ser real tem que ser eterno. Este conceito de amor está errado. somos todos seres individuais, todos crescemos de formas diferentes. Pensar que para o amor ser real devemos alterar o curso das nossas próprias vida, é errado. Cada pessoa,, cada amor tem o seu papel na vida de uma pessoa. Amor é conquista mas é também permitir o seu fim.”

António – S.Jorge, Portugal – Agosto 2018

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