i am Paula and this is my story…

EN

“In Pico I found my refuge. It´s as if I have another life here where I forget the one I have in Lisbon. Don´t take me wrong, I have a very nice life in Lisbon, I love my work, my house and my life there but after some time it can get quite hectic. I found the Azores 30 years ago, I came to sing at a concert in S. Miguel, and after that I came to teach music in Sta. Maria and in Rabo de Peixe – S.Miguel. Whenever I came here I would leave more and more in love with this place, and one day a friend of mine in a jazz festival in Terceira said that Pico was the island I was looking for. So, I decided to do a family vacation to Pico, after 3 days in Pico I bought an old wine cellar and refurbished it. From that year on my family and I come to Pico every summer, we bought a house here and we started not only coming on summer vacation but on every possible occasion. Not only me, of course my husband too, but my children are completely connected to this place. I love doing my handicraft work here, so last year I decided to open Petipé, the plan was to have a small workshop and sell my stuff, but the plan changed completely, and I opened a restaurant with a small shop on the side. This small project allows me to spend more time in Pico thus have more time to work on my handicraft work, which is an extension of music for me…My inspiration for both handicraft work and song writing is the same, Pico.
Pico changes the rhythm of time just like music, here I find peace and quiet, and every time I arrive to Pico it takes one day to adapt to the sounds here, they are absolutely unique. I also love being here on my own, the wind and the sea keep me company give me energy and stimulate my creativity in a very special way.”

What about LOVE…

“We as human beings are no able to love without being selfish in the act of loving, we can do it but always limited by the ego. Plato defines perfectly what is Love without ego: “Love is born into every human being: it calls back halves of our original nature together; it tries to make one out of two and heal the wound of human nature.””

Paula – Pico, Portugal – August 2018

PT

“No Pico encontrei o meu refúgio. É como se aqui vivesse uma vida diferente onde esqueço a vida que tenho em Lisboa. Não me interpretes mal, eu tenho uma excelente vida em Lisboa. Adoro o meu trabalho, a minha casa e o meu dia a dia mas depois de algum tempo cansa-me o caos da cidade. Encontrei os Açores há 30 anos quando vim cantar a S. Miguel, depois disso vim dar aulas em Sta. Maria e Rabo de Peixe – S.Miguel. Sempre que cá vinha, voltava mais apaixonada pelas nossas ilhas. Um dia um amigo, no festival de jazz da Terceira disse que a ilha do Pico era a ilha que eu procurava para mim. E foi ai que eu e a minha família organizamos umas férias na ilha do Pico. Após 3 dias da nossa chegada comprei uma adega antiga e recuperei-a. A partir desse ano vimos todos os anos para o Pico, compramos cá uma casa para que possamos vir em todas as ocasiões possíveis. Tanto eu como o meu marido e os meus filhos estamos completamente conectados a este sítio. Aqui eu adoro fazer as minhas peças de artesanato, e por essa razão, no ano passado abri o Petipé. O plano era ter um atelier pequeno para fazer o meu trabalho e vendê-lo. Mas o plano alterou-se totalmente e acabei por abrir um restaurante com uma pequena loja. Este pequeno projecto permite-me passar mais tempo no Pico e trabalhar no meu artesanato. O artesanato para mim é uma extensão da música…A minha inspiração tanto para as minhas peças como para a minha música é a ilha do Pico. O pico altera o ritmo do tempo, tal como a música faz. Aqui eu encontro paz e silêncio. Sempre que chego ao Pico demoro um dia a adaptar-me aos sons daqui, são únicos. Adoro passar tempo aqui sozinha, o vento e o mar fazem-me companhia e dão energia e estímulo à minha criatividade.”

E o AMOR…

“Nós como seres humanos não somos capazes de amar sem sermos egoístas no acto de amar. Somos limitados pelo ego. Para mim Platão descreve o que é o amor sem ego na perfeição: “O amor nasce em todos os seres humanos; chama de volta as metades da nossa natureza original; tenta fazer um de dois e curar a ferida da natureza humana.”.”

Paula – S.Jorge, Portugal – Agosto 2018

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