I am Rosa and this is my story…

EN

“I have never thought of leaving the island, I love Corvo. There is a feeling of peace that I believe you can only find in this island. No crime, no drama, nice people, we are like a big family of 480 people. I live with my mother, we are inseparable. I work at the Santa Casa da Misericordia as a clerk. I also sell craftwork, all sort of items. It’s my refuge. I love spending my free time working on my bits and pieces. It is also an opportunity to know people from other places, I sell my work at home. My house door is always open. I was born in Faial because babies in the Azores are only born in Faial, Terceira or S. Miguel islands. The islands where there are hospitals. At the time my mother had to move to Faial a month before I was born. We came back right after I was born. I know this island like my own two hands. I feel a big tourism growth in the last 4 years. It´s fine for us but of course we are afraid it will destroy the essence of the island. Corvo is a treasure that should be preserved.”

What about LOVE…

“It´s beautiful when it´s real. It takes perseverance, acceptance and understanding. Communication is the key for keeping it going. Lack of it will tear any strong bond apart. Keeping love real and beautiful is not an easy task but it´s worthwhile. Love more is what I hope people realise they should be doing.”

Rosa – Corvo, Portugal – September 2018

PT

“Nunca pensei em deixar a ilha. Adoro o Corvo. Há um sentimento de paz que eu acredito que só se encontra nesta ilha. Não há crime, não há drama, apenas pessoas simpáticos. Somos uma grande família de 480 pessoas. Eu vivo com a minha mãe, somos inseparáveis. Eu trabalho na Santa Casa da Misericórdia como escriturária. Vendo também peças de artesanato feitas por mim, o artesanato é o meu refúgio. Adoro trabalhar nas minhas peças no meu tempo livre. A venda de artesanato é também uma oportunidade de conhecer pessoas de outros sítios. Vendo em casa, tenho sempre a porta aberta para quem quiser entrar. Nasci no Faial porque nos Açores só nascem crianças no Faial, na Terceira e em S. Miguel, isto porque são as ilhas que têm hospital. Na altura a minha mãe teve que se mudar um mês antes de eu nascer. Conheço o Corvo como as minhas próprias mãos. Sinto um grande crescimento de turismo no últimos 4 anos. Esse crescimento é bem recebido mas temos algum receio que estrague a essência da ilha. O Corvo é um tesouro que deve ser preservado. “

E o AMOR…

“É lindo quando é real. Consiste em perseverança, aceitação e compreensão. Comunicação é a chave para manter o amor. A falta de comunicação vai afastar e enfraquecer qualquer ligação forte. Manter o amor real e bonito não é fácil mas vale a pena. Amor é o que eu espero que as pessoas sintam que deveriam estar a sentir.”

Rosa – Corvo, Portugal – Setembro 2018

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